Notícias

10 de janeiro de 2020

Produtos para a saúde e o bem-estar: desafios técnicos e sensoriais e estratégias para o sucesso

Os consumidores estão fazendo perguntas importantes sobre a indústria alimentícia.
Como criar alimentos para atender à saúde individual?
Como reduzir a obesidade?
Como tornar a comunicação sobre alimentos e nutrição mais verdadeira?
Como criar experiências gastronômicas memoráveis?
Como criar ingredientes e alimentos mais sustentáveis?

Os consumidores estão mais exigentes e cada vez mais demonstram ter diferentes interesses, gostos e hábitos. As novas gerações estão redefinindo o que é popular e interessante, com a geração dos millennials exercendo a principal influência no mercado. Os millennials consomem muitos snacks para fazer frente às suas vidas atarefadas e valorizam hábitos alimentares saudáveis e indulgentes, com os conceitos de clean label (rótulo com ingredientes considerados saudáveis) e de alimentação natural no topo da lista de atributos preferidos. Este grupo valoriza, em especial, produtos que trazem novas experiências sensoriais, como misturas de doce e salgado, frutas com especiarias, ou texturas diferentes, mais ousadas. Também valorizam produtos com uma história que tenha contexto e conexão. Os millennials são muito comunicativos nas redes sociais e gostam de expressar seus pontos de vista, bons ou ruins.
Com o foco de consumidores e empresas de alimentos na melhora das características nutricionais dos alimentos, um dos principais desafios é otimizar os aspectos sensoriais para manter a aceitação do consumidor. Muitos alimentos tradicionais têm atributos de odor, sabor e textura que os consumidores não estão dispostos a mudar ou comprometer. Assim, as empresas de alimentos devem contar com tecnologia sensorial, como modificadores e intensificadores de sabor, bloqueadores sensoriais e harmonização para criar as melhores experiências sensoriais.
As alterações na composição dos alimentos pela redução de açúcar, sal ou gordura, ou o aumento do uso de ingredientes saudáveis, como proteínas ou fibras, devem ser analisados caso a caso para entender o efeito que tais mudanças podem ter sobre os principais atributos sensoriais e adaptar ingredientes e perfis de sabor para produzir, da melhor forma um resultado bem-sucedido. Tem sido comprovado repetidamente que “o sabor é quem manda”, e que os consumidores não sacrificarão o prazer nas suas buscas por escolhas alimentares mais saudáveis.

Clique aqui e confira nas páginas 80, 81 e 82 o artigo completo elaborado pelo Diretor de Tecnologia e Inovação da Duas Rodas, Steven Charles Rumsey, publicado nas páginas 80, 81 e 82 da edição 46 da Revista Ingredientes e Tecnologias.