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O Gerente de Inovação da Duas Rodas, Fernando de Jesus, aprofunda análise sobre como o exercício constante da inovação na indústria de alimentos e a capacidade de experienciar possíveis futuros pode ajudar pessoas e empresas a reagirem e buscarem saídas com agilidade em momentos de adversidades como a provocada pela pandemia da COVID-19


O cenário de adversidades desencadeado pela pandemia da COVID-19 acendeu novo holofote sobre o vasto potencial estratégico da inovação para assegurar a sustentabilidade das indústrias alimentícias e de empresas dos mais diferentes segmentos em momentos de crise. 

Como assim?

“Desenvolver inovação é experienciar possíveis futuros para que possamos nos ou antecipar para uma nova mudança comportamental ou estrutural do mercado ”, afirma Fernando de Jesus, Gerente de Inovação da Duas Rodas, em entrevista ao Blog Flavors & Botanicals.

Por quê?

O exercício constante de inovar desenvolve nas pessoas e, por consequência, nas corporações uma nova mentalidade, em que a imaginação aliada à observação atenta dos comportamentos permite vislumbrar diferentes cenários futuros. Fernando sinaliza que existem várias metodologias que ajudam a experienciar esses novos futuros, sejam eles possíveis, plausíveis, prováveis e preferenciais.

“A imaginação é o principal combustível para navegar dentro das incertezas desse mundo pós-normal”, acrescenta.

Segundo Fernando, para uma empresa comum, a primeira vítima de uma crise é a imaginação, mas para empresas que já praticavam a experienciação de possíveis futuros este pode ser um momento de analisar oportunidades e novas necessidades, repensar os modelos de negócios e operacionais e também o portfólio de ofertas.

As empresas que dominam a resposta transitória e transformacional a uma crise colhem recompensas de longo prazo. As respostas transitórias envolvem ações rápidas que são críticas para a sobrevivência, incluindo a proteção de funcionários, o gerenciamento de caixa e a flexibilização da cadeia de suprimentos para atender a demanda. Mas ocupar novas posições e criar novas vantagens requer movimentos e investimentos transformacionais. Eles também são mais inteligentes e criam oportunidades para vencer a longo prazo.”

Assista à entrevista completa:



Fernando também falou sobre:

  • As oportunidades em meio às adversidades 
  • Crises moldam relações e consumo
  • O conceito de antifragilidade

Inovação na indústria de alimentos como ferramenta durante a crise

O desenvolvimento da capacidade de inovar entre as pessoas, nas empresas não é só salutar para a evolução dos negócios em tempos normais, mas mostra-se também uma ferramenta importante no enfrentamento de forma assertiva de crises como a da pandemia. Você identifica exemplos positivos neste sentido? Conte para nós! 

Não perca a segunda parte da entrevista com Fernando de Jesus, em que ele explora temas como as habilidades para a indústria de alimentos se manter relevante em um mundo que está em constante movimento.

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